terça-feira, 28 de abril de 2009

Jornalistando!

Dia de sol quente em floripa, a vida ta corrida, mas e daí? Fran, Carol e Fê param as suas respectivas vidinhas por uma tarde e o corre-corre ganha maior sentido. De dentro do carro vejo as casas passarem, entra rua, vira esquina, enfim mais um destino, mais histórias bem vindas a uma nova reportagem.


Ouvir a história dele, perguntar o porquê daquele, pedir pro cara tímido repetir. Perdão, te ouvi, mas o PLAY esqueci.


Com tudo feito, já no fim da tarde que passara entre skates, saltos e tombos tomo minha cerveja e agradeço a graça de mais uma história lembrada... Ta ai a graça que todos procuram em se tornar jornalista, sua vida não se limita ao singular, você vê no fim do dia que ele é mais um entre tantos para gravar, narrar, crônicar.. guardar.


domingo, 26 de abril de 2009

A minha TV tá louca!

Ando tão sem tempo que nem pensar e conseguir escrever tá se tornando possivel.
Vai ai o projeto pra disciplina de áudio que acabei de fazer, exclusividade hein.

É um projeto de áudio, logo as imagens ficaram pra segundo plano, então ouça e aguce seus ouvidos.



Até a próxima.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Com todo o respeito. MORRA!

Quer estragar meu dia? Se atrase!


Se tem uma coisa que eu consigo me superar no grau de chatices típicas que ninguém suporta da Fran é quando alguém me faz esperar.


Sempre fui adepta ao respeito por cada cidadão sem distinguir quem quer que você seja, desde um animal idiota e estúpido (lê-se: você) até um animal irracional. Logo, desejo como boa garota mesquinha que este meigo ato seja correspondido, assim todos terão seus dias de acordo com o que programou logo pela manhã (sim, não consigo sair de casa sem programar as horas para cada atividade, chamo isso de “meu jeito peculiar”, já você e o resto da humanidade assinalaria esse tipo de atividade no quadradinho “chatices típicas que ninguém suporta” to ligada).


Confesso tranquilamente que meus defeitos são diversos, sou estúpida, acho que sou sua mãe e quero mandar em você, não suporto brincadeiras de mau gosto e por ai vai a imensa listinha, mas fazer alguém esperar é maldade demais para você que se considera humano. É mesquinho, cruel, o ato de maior falta de respeito que alguém no mundo poderia fazer. Aposto que nem o rato da esquina me deixaria esperando caso tivéssemos marcado um programinha, então porque logo você, pessoinha besta, se sente tão superior a minha pessoa ou a qualquer outra que venha a sofrer tamanha agressão, achando que possa fazer este tipo de crueldade.


Faz alguns meses que essa tecla anda batendo demais na minha cabeça, e hoje ela bateu ainda mais forte logo após esperar por 3 horas no consultório da dentista que com sua incrível simpatia não fizera questão nem de deixar o celular ligado, simplesmente sumiu, deixando eu e mais 5 pacientes sentadas, na mais vergonhosa e irritante arte de esperar. Espero (sem trocadilhos) que maldades como essas voltem para cada um que já fez outrem de mané, considerando sua vida mais importante como se o mundo gira-se ao seu redor.


Falta respeito, falta consideração, falta juízo, falta responsabilidade, falta mais humanidade nessa tal raça de humanos.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Sem idéia para um bom titulo.

Um viva a falta do que falar!


E quando se passam mil coisas na sua cabeça, mas nenhuma delas merece transforma-se numa frase, quem dirá um texto? O que a pobre menina, que aqui chora, pode fazer?


Quero escrever, minha cabeça bomba de idéias, me pressiono para sair 2 parágrafos ao menos, algo que possa lhe distrair e e fazer retornar, quem sabe, semana que vem. Mas nada me interessa de fato, nada que eu ache que faria rir um palhaço, que de tanto contar piadas repetidas ri forçado.


Tento usar rimas, para ludibriar os olhos e ver se te animas. Mas nem as rimas colaboram, e termino sem saber quando dar o ponto final, e este ridículo velório.


Velório de uma cabeça que até ontem contava histórias, inventadas ou não, pelo menos as contava, e agora reclama amargurada, de uma cabeça abobalhada, que ri da minha cara de paspalha, boba, velha, injustiçada.


E terminando essa prosa vou saindo de canto, com vergonha isso eu garanto, espero melhorar, quem sabe se ao parar de reclamar até coisas novas possam me encantar, e assim consiga te fazer retornar, a mais um blog que por fim só tem que rimar.