domingo, 20 de julho de 2008

... e não ter a vergonha de ser feliz!


Sorrir pela vitória, sorrir pelo palhaço, sorrir pelo reencontro, sorrir pelas sensações, sorrir por vibrações....

Tantos motivos para sorrir, tanto sorriso sem motivo(aah esses são os melhores)!

As vezes eu me pego sorrindo sozinha no quarto ao lembrar de alguém, muitas outras o alguém que por lembrar-se de mim é que me faz sorrir.

"O povo brasileiro é um dos mais felizes, que mais sorri no mundo",
o que me traz um sorriso no rosto dessa estatística é saber que o motivo de tantos sorrisos não é pelo lugar geográfico, muito menos por justiça social, ou coisas do tipo... o motivo de tantos sorrisos é o próprio povo!

Aaah esse povo que sorri, da gargalhadas em cima da laje no domingo ensolarado, que sorri num campo de futebol, que sorri correndo pela calçada depois de tocar a campainha de um desconhecido, aquele povo que sorri por sorrir, aquele que sou eu, que é você.

O sorriso que mais aprecio, é aquele sorriso que sai sem querer, por viver com você, por poder sentir e querer, aquele sorriso que acalma até o mais perturbado, maior que um circo armado...
Aquele sorriso que te constrói, que te faz herói, que te faz viver!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

recuperar?


Agonia;
medo;
esforço;
preguiça;
- Vaaai menina...
saudade;
confiança;
tic-tac;

Vamos ver...
- Essa eu sei, acho que sei;
tic-tac;
cansada;
confiança;
- Ah, terminei...

Alivio, superação... tá, eu aprendi!

terça-feira, 1 de julho de 2008

Retalhos de uma vida!


Ao ler trechos de diversas obras de Carlos Drummond de Andrade você vê uma biografia completa, com cada detalhe muito bem guardado e mencionado. São poucos os homens que tão bem se expressariam como ele.
Observei isto ao ler alguns de seus pensamentos e ao fim consegui superficialmente entender como tal pensava.

Sobre a vida?
“Sou apenas um homem/ Um homem pequenino à beira de um rio/ Vejo as águas que passam e não compreendo/ ...Sou apenas o sorriso na face de um homem calado.”
Com este pequeno trecho de América você vê o quão ‘arrependido’ ele se sente ao pensar ter sido apenas mais um.
Porém tantas opiniões sobre coisas diversas não devem ser deixadas de lado. Não importa de que forma sua vida tenha sido. Se sua jornada jornalística ‘limitava-se’ a fazer crônica ou não, afinal esse era seu dom, sua vocação. Ou ao considerar-se um simples burocrata amigo de muitos políticos, sendo sempre por isso julgado.

Enfim, ao estudar Carlos, um homem tão simples sem pretensões de ser imortal um dia, nota-se em suas palavras bem postas ao fim de uma grande história julgada por mim, seu único e maior medo... A velhice. Não que não visse beleza nela, pelo contrario, mas a sede de viver cada momento fica presente em cada frase.
Afinal, o menino curioso, dos famosos pileques, dos pensamentos loucos traduzidos em palavras e amante da vida, esse será eterno.


Sem inspiração pra escrever algo novo, postando trabalhos da facul ><